2013 · Escrever · Velha e louca · Vida louca/Vida breve

2013 – sem tirar, nem por

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Aqui estou eu de novo. Nesse mesmo quarto escuro, com um caderno e caneta na mão e a luz fraca de uma lanterna para me ajudar. Não, as coisas não são completamente as mesmas. Depois de quase um ano, o caderno é outro, a caneta não é mais aquela que encontrei jogada pela casa. A luz não é de um celular e sim de uma lanterna. Não tenho que me preocupar se a luz vai desligar ou não, ela continua lá. O quarto também está diferente: a decoração, a cor, o guarda-roupa. Mas não é só isso que mudou este ano, eu também mudei.

2013 não foi o ano das mudanças drásticas, mas foi um ano que, com todos os seus doze meses, me fizeram ir mudando e crescendo aos poucos. Eu fiz tantas coisas! E não fiz muitas outras também.

Queria ter ido a mais shows, tocado mais músicas, aconselhado mais. Queria ter sido um pouco mais responsável, um pouco mais ousada e um pouco menos despreocupada, principalmente quando se tratava de coisas pequenas.

Em compensação, eu saí muito com as amigas, fiquei muito ao lado da família e cantei no máximo de lugares que eu pude. Tive novas experiências (fui até em balada sertaneja) e conheci muitas pessoas e lugares incríveis.

Este ano aprendi a ter paciência e conheci, da maneira mais corrida possível, o que a vida de um universitário realmente é. Chorei, trabalhei, assisti as minhas séries favoritas, aos programas musicais que eu adoro, li muitos livros e tudo mais que podia ler. Fui de Jane Austen a Dan Brown, de suspense criminal à “Vingança Veste Prada” (que não é tão legal quanto eu esperava que fosse), de sites e blogs ao livro que me define: “Como ter uma vida normal sendo louca”.

Em 2013, eu me inspirei nas pessoas da família: Na força e persistência da minha mãe, na inteligência e carisma do meu pai e na graça e alegria sem fim do meu irmão de 8 aninhos. Me inspirei também nas pessoas de fora, pessoas que nem cheguei a conhecer, como Audrey Hepburn, que acreditava que rir é a melhor maneira de queimar calorias. Suas personagens, tão graciosas quanto ela mesma, diziam ver a vida através de lentes cor de rosa e de simplesmente alucinarem ao ver um novo dia nascer. E isso tudo diz exatamente o que eu sinto. Eu e Audrey somos diferentes, mas me espelho nela e costumo dizer que quero ser como ela quando eu “crescer”. rs

Me inspiro também nas pessoas que tive o prazer de conhecer em 2012 e de encontrar mais vezes em 2013. Pessoas que me escutaram, que me deram oportunidades e esperança de um dia eu conseguir fazer o que eu realmente quero.

Este ano eu escrevi tantas palavras, tantos textos, mas ainda assim, não foram tantos quanto eu gostaria. Eu dei tanto de mim, fui reconhecida por algumas coisas, mas queria ter me doado ainda mais. Me apaixonei pelo amor dos outros (Alex & Sierra, ganhadores do The X Factor americano) e imaginei se um dia eu teria isso também. E, claro, assisti o máximo de filmes antigos que o tempo livre me permitiu.

2013 me deu um dos melhores aniversários da minha vida, com surpresas e pessoas queridas ao meu lado. Eu sorri, ri, gritei e pulei. Sou muito grata por todos os momentos. Pela sorte que vira e mexe prova que está ao meu lado, pelas oportunidades e pelos erros, afinal, eles me fizeram crescer e aprender. E, finalmente, por ele acabar tão bem e por, mais uma vez, eu poder virar a página e alucinar ao ver o primeiro dia do novo ano nascer.

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