2014 · Escrever · Filme

Filme: A menina que roubava livros

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Foto: CinemaBH

Sexta-feira passada combinei de ir ao cinema com as minhas amigas do estágio. A ideia era (e foi) assistir ao filme “A menina que roubava livros”, que estreava exatamente naquele dia. Depois de assistir às duas horas e onze minutos, fiquei me perguntando por que raios eu não li esse livro quando ele estava no auge e em todo lugar que eu passava tinha alguém empenhado e empolgado na leitura dele.

Pois bem, depois de muito chorar com o filme (minha amiga até dava risada das minhas “tremedeiras de choro”) resolvi escrever sobre as duas coisas que mais gostei neste filme:

Primeiro de tudo: Mescla história com ficção e eu simplesmente AMO isto. Acho um jeito bem mais legal conhecer e entender sobre uma época e um acontecimento do que ficar lendo livros grandes da escola, que, vamos falar a verdade, não é de chamar muita a nossa atenção.

Segundo: A Liesel é uma menina corajosa e daquelas que você acaba se inspirando de uma forma ou outra. Além disso, nós duas partilhamos de um amor em comum, as palavras. Achei lindo o final (que não vou contar, já que muitas pessoas podem não ter visto ou lido ainda), apesar de ter sua parte triste. O que mais me encantou nele foi a importância que as palavras tiveram na vida dela. Quem viu sabe do que estou falando e quem ainda vai conferir irá perceber.

Eu sempre pensei que os livros são a nossa grande fonte. A internet também tem tudo que queremos saber e ler, mas os livros são mais românticos, por assim dizer. Eu gosto de ter o papel, de poder folhear, de abrir uma página qualquer e ler o que está escrito. Eu gosto de terminar um livro, fechá-lo e olhar para a capa com vontade de ler tudo novamente. Por tudo isso, acredito que escrever um livro seja um grande momento na vida de uma pessoa. É uma conquista e parte de você está lá impressa em algumas ou milhões de cópias para serem lidas por algumas ou milhões de pessoas.

Um livro é a porta de entrada de imaginação, sabedoria e criatividade. Sendo assim, eu entendo a Liesel perfeitamente no que diz respeito ao seu amor por eles. Estes de papel com o mais doce recheio, as palavras. E me encanto ainda mais por terem dado a ela seu grande momento na vida e terem dado a ela a vida.

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